Rebranding: o que é, quando fazer e como remodelar sua marca com inteligência
Entenda como o reposicionamento de marca pode impulsionar negócios, fortalecer reputação e garantir relevância em cenários cada vez mais competitivos.

Índice
- O que é branding? E qual sua relação com o rebranding?
- O que é rebranding?
- Principais motivos para realizar um rebranding
- Tipos de rebranding
- Etapas de um rebranding bem-sucedido
- Casos de sucesso em rebranding
- Casos de fracasso em rebranding (e as lições aprendidas)
- Impactos do rebranding na performance digital
- Insights finais
Criar uma marca é desafiador. Posicionar, manter e evoluir essa marca ao longo do tempo é ainda mais complexo. Em mercados conectados e orientados por percepção, reputação, presença física digital, muitas empresas se deparam com um ponto de inflexão: a necessidade de se reinventar.
É nesse contexto que o rebranding se torna uma das estratégias mais importantes para empresas que desejam seguir relevantes. Muito além de mudar um logotipo, o rebranding envolve decisões estruturais de posicionamento, discurso, identidade, público e até propósito.
Mas por que fazer fazer um rebranding da marca, que mexe até mesmo com o imaginário ou a estima que os consumidores têm sobre uma marca? Em quais momentos o rebranding pode ser necessário? Quais os pontos de atenção?
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Este guia, desenvolvido pela Pink and Brain, aborda tudo o que tomadores de decisão, profissionais de marketing e líderes de negócios precisam saber sobre rebranding. Aprofundamos o conceito, detalhamos os diferentes tipos de rebranding, mostramos etapas práticas, riscos, benefícios e cases reais — tanto de sucesso quanto de fracasso.
O que é branding? E qual sua relação com o rebranding?
Antes de entender o conceito de rebranding, é fundamental compreender o que de fato é uma marca — e o que significa fazer gestão de marca, ou seja, branding.
Uma marca não se resume a um logotipo, um nome ou uma identidade visual. Todos esses são elementos visuais importantes, mas não representam, por si só, a essência da marca. Segundo Marty Neumeier, autor de The Brand Gap, uma marca é a percepção que uma pessoa tem sobre uma empresa, produto ou serviço. Em outras palavras, é uma construção subjetiva, moldada pelas experiências, associações e sentimentos que o público desenvolve ao longo do tempo.
É por isso que, mesmo com identidade visual forte, uma marca pode ser percebida como desatualizada, incoerente ou pouco confiável, se suas ações, discursos ou experiências não estiverem alinhados. Como resume o especialista em design estratégico Sergio Siriguti: uma marca é, essencialmente, sua reputação — e reputação não se impõe, se conquista.
Branding é construção estratégica de valor
Se marca é percepção, branding é o conjunto de ações estratégicas que influenciam essa percepção. É o processo contínuo de definir, comunicar e reforçar quem a empresa é, o que ela oferece, como se posiciona e quais valores representa. Segundo Philip Kotler e Kevin Lane Keller, no clássico Administração de Marketing, branding significa atribuir aos bens e serviços o “poder” de uma marca. Ou seja, diferenciar, humanizar e organizar mentalmente a oferta para que o consumidor reconheça, deseje e escolha determinada marca em meio a tantas opções.
Branding é, portanto, um trabalho de construção intencional de significado. Envolve desde a escolha do nome, tom de voz, identidade visual e presença digital até aspectos culturais, comportamentais e institucionais — como o atendimento, as causas que a marca apoia ou a experiência dos colaboradores.
E isso vale para produtos, empresas, serviços, lugares e até ideias.
O que é rebranding?
O rebranding surge quando a marca, por qualquer motivo, precisa ser reinterpretada. Pode ser uma mudança sutil ou uma transformação profunda, mas o objetivo central é sempre o mesmo: ajustar ou reconstruir a forma como o público percebe aquela marca.
De forma simples, rebranding é o processo de reposicionar estrategicamente uma marca, alterando elementos da sua identidade — visuais, verbais, conceituais ou culturais — para alinhar sua imagem à nova realidade da empresa, do mercado ou do público.
Essa ressignificação pode ser parcial (como trocar o slogan, atualizar a paleta de cores ou suavizar o tom de voz) ou total (mudança de nome, logo, narrativa, arquitetura de marca e até missão institucional).
Nas palavras do estrategista digital César Canteiro, rebranding é “uma estratégia planejada para mudar a percepção do público em relação a uma marca”. E essa mudança pode ou não incluir transformações visuais. Muitas vezes, o que muda é o significado, o posicionamento e o tipo de conversa que a marca passa a ter com seu público.
Principais motivos para realizar um rebranding
A decisão de reposicionar uma marca precisa ser sustentada por objetivos claros. Na tabela abaixo podemos ver os principais cenários que justificam esse tipo de movimento estratégico:
| Cenário | Descrição |
|---|---|
| Mudança de público-alvo | A empresa passa a atender um novo perfil de cliente e precisa comunicar isso |
| Fusão ou aquisição | Quando duas marcas se fundem ou uma compra a outra, é necessário alinhar identidade e propósito |
| Crise de reputação | Empresas que enfrentam escândalos ou perda de confiança podem precisar reconstruir sua imagem |
| Desatualização visual | Identidades visuais ultrapassadas afetam a percepção de inovação e relevância |
| Expansão geográfica | A marca precisa ser compreendida em novos idiomas, culturas e contextos |
| Ruído de posicionamento | Quando a marca é confundida com concorrentes ou perdeu clareza de mensagem |
| Mudança estratégica | Alteração no core business, proposta de valor ou modelo de atuação |
Tipos de rebranding
Existem diferentes graus de transformação que uma marca pode adotar, e compreender isso ajuda a definir o escopo do projeto.
Rebranding parcial
É uma atualização sutil. Mantém os principais elementos da marca, mas ajusta tom de voz, identidade visual, slogan ou propósito. É comum em empresas que desejam evoluir sem romper com sua história.
Exemplo: a MasterCard, que modernizou sua identidade visual e removeu o nome do logotipo em 2019, mantendo os círculos icônicos. Esse processo de rebranding vem sendo feito a muito tempo, dando mais “minimalismo” apos traços, principalmente para uma era digital.

Outras marcas como a Lego e as Apple seguiram caminhos parecidos:

Rebranding total
É uma ruptura estratégica. Envolve novo nome, logo, identidade, discurso, arquitetura de marca e, muitas vezes, reposicionamento radical.
Exemplo: a Andersen Consulting tornou-se Accenture após cisão da Arthur Andersen. A mudança incluiu nome, posicionamento, identidade visual e comunicação global.

Etapas de um rebranding bem-sucedido
Um rebranding bem executado não depende apenas de criatividade. Ele exige diagnóstico, estratégia, método e alinhamento entre múltiplas áreas. A seguir, apresentamos as etapas fundamentais para realizar um rebranding sólido, com menor margem de erro e maior impacto de percepção.
1. Análise da marca atual
Antes de propor qualquer mudança, é necessário entender profundamente onde a marca está. Essa etapa envolve a realização de um diagnóstico completo da reputação atual da empresa, incluindo:
- Como a marca é percebida pelo público externo e interno
- Quais associações mentais e atributos são mais recorrentes
- Quais são seus pontos fortes, inconsistências e fragilidades
- Qual o nível de reconhecimento, confiança e relevância no mercado
- Quais ativos intangíveis já construídos devem ser preservados
Além de entrevistas, análises de mídia e pesquisas com clientes, é recomendável mapear também como a marca aparece em mecanismos de busca, plataformas de IA e canais digitais.
2. Definição dos objetivos estratégicos
Toda mudança precisa ter um propósito claro. Antes de redesenhar qualquer elemento da marca, é fundamental responder:
- Qual é o motivo do rebranding?
- Quais metas queremos alcançar com ele?
- A mudança é reativa (resposta a uma crise) ou proativa (alinhamento a uma nova fase da empresa)?
Os objetivos podem variar entre corrigir um posicionamento desalinhado, ampliar mercado, modernizar a imagem, integrar fusões ou recuperar credibilidade.
Estabelecer KPIs (como crescimento da brand search, reconhecimento espontâneo, percepção de valor ou impacto nas vendas) ajuda a guiar o processo com foco em resultado.
3. Pesquisa de mercado e benchmarking
Entender o cenário competitivo é essencial. Essa fase envolve:
- Mapear concorrentes diretos e indiretos
- Identificar tendências de design, comunicação e posicionamento no setor
- Avaliar como marcas de referência trabalham sua identidade
- Detectar gaps de diferenciação e oportunidades de reposicionamento
Não se trata de copiar, mas de encontrar um espaço legítimo e relevante para a marca evoluir com autenticidade. A análise também deve considerar benchmarks fora do setor, especialmente quando o objetivo é romper com padrões estabelecidos.
4. Construção da nova marca
Com diagnóstico, metas e contexto definidos, inicia-se a fase de criação ou reconfiguração da identidade de marca. Isso inclui:
- Identidade visual: logotipo, paleta de cores, tipografia, elementos gráficos
- Identidade verbal: nome (quando aplicável), slogan, tom de voz, manifesto
- Arquitetura de marca: relação entre marcas, submarcas, produtos e extensões
- Posicionamento narrativo: proposta de valor, propósito, diferenciais
Essa etapa deve equilibrar criatividade, estratégia e coerência com a nova visão da marca. Toda mudança visual deve ser acompanhada por uma justificativa que a conecte ao que a marca quer comunicar daqui para frente.
5. Planejamento de rollout
Com a nova identidade definida, é hora de planejar sua implantação. Um erro comum é tratar o lançamento como um simples “anúncio”, quando na verdade ele deve ser um projeto de transição cuidadosamente estruturado.
É necessário responder:
- Como preparar colaboradores e parceiros para a mudança?
- Quando e como comunicar a nova marca ao mercado?
- Quais ativos físicos e digitais precisam ser atualizados?
- Como garantir consistência durante o período de transição?
O rollout pode ser gradual ou simultâneo, mas precisa ser orquestrado para evitar ruído, perda de credibilidade ou conflitos de imagem.
6. Lançamento oficial da nova marca
O lançamento deve ser planejado com o mesmo cuidado de uma campanha de produto. Aqui, o objetivo é gerar entendimento, aceitação e conexão com a nova proposta da marca.
Canais como mídia paga, assessoria de imprensa, e-mail marketing, eventos internos e ativações externas podem ser usados de forma integrada para criar impacto.
É importante que o lançamento seja mais do que estético — ele deve comunicar por que a marca mudou, o que ela representa agora e o que essa mudança significa para o público.
7. Monitoramento e gestão pós-lançamento
Após o lançamento, começa o verdadeiro desafio: garantir que a nova marca seja incorporada e reconhecida com coerência.
Essa fase envolve:
- Monitorar KPIs definidos na etapa estratégica
- Avaliar feedbacks qualitativos e quantitativos
- Ajustar materiais, mensagens e ativações conforme aprendizados
- Garantir a aplicação consistente da identidade nos canais
O acompanhamento contínuo é o que transforma um rebranding pontual em um reposicionamento duradouro. Também é importante acompanhar como a nova marca passa a ser reconhecida por plataformas de IA, mecanismos de busca e indexadores de conteúdo.
Casos de sucesso em rebranding
O rebranding, quando bem executado, pode gerar aumento de valor de marca, reposicionamento competitivo, reconhecimento global e até impulsionar resultados financeiros. A seguir, três exemplos emblemáticos de rebrandings bem-sucedidos.
Accenture (2000)
A Andersen Consulting passou por um rebranding completo após a separação da Arthur Andersen. Por questões legais, a consultoria precisou criar uma nova marca em tempo recorde — o nome Accenture foi escolhido para transmitir a ideia de “Accent on the Future”.
O processo envolveu:
- Criação de um nome inédito com aplicação global
- Lançamento simultâneo em 47 países
- Alinhamento com executivos, mídia, analistas e clientes
O rebranding foi tão bem estruturado que, em menos de um ano, a Accenture realizou um IPO de US$ 1,7 bilhão e aumentou seu brand equity em 11%.
Airbnb (2014)
Com a evolução da empresa de uma plataforma de aluguel para uma marca de experiências, o Airbnb reformulou sua identidade visual com o lançamento do símbolo “Bélo” — representando pertencimento, compartilhamento e pessoas.

Principais ações:
- Novo logotipo com apelo emocional
- Unificação da identidade global da marca
- Mudança no tom de voz e na proposta de valor
O rebranding reforçou a posição do Airbnb como uma empresa voltada à cultura, ao local e à hospitalidade com propósito, permitindo sua expansão global e reconhecimento como marca de estilo de vida.
Burger King (2021)
A rede optou por um rebranding com resgate estético do passado. A nova identidade visual foi inspirada nos anos 70, com paleta quente, tipografia arredondada e elementos retrô.

A ação foi mais do que visual:
- Novo posicionamento “real food, real flame”
- Atualização das embalagens, cardápio e arquitetura de lojas
- Comunicação mais simples, humana e divertida
O rebranding trouxe coerência com as mudanças no cardápio e resultou em aumento de engajamento, aprovação do público e reforço da autenticidade da marca.
Casos de fracasso em rebranding (e as lições aprendidas)
Nem todo rebranding alcança os resultados esperados. Quando mal planejado, desconectado do público ou sem alinhamento estratégico, pode gerar perdas significativas. Abaixo, três casos emblemáticos de falhas — e os aprendizados de cada um.
Gap (2010)
Em uma tentativa de modernizar sua marca, a Gap apresentou um novo logotipo sem aviso prévio e sem envolver o público no processo. A mudança rompeu com décadas de identidade visual reconhecida, causando confusão e forte rejeição.

Consequências:
- Reações negativas massivas nas redes sociais
- Perda de confiança e reputação
- Retorno ao logo anterior em menos de uma semana
- Investimento nulo de mais de 30 milhões de dólares entre projeto e lançamento
Lição: mudanças visuais devem ser justificadas e comunicadas com clareza. O público precisa ser parte da transição, especialmente em marcas com forte identificação emocional.
Tropicana (2009)
A marca de sucos decidiu renovar completamente suas embalagens, adotando um visual minimalista que eliminava os elementos tradicionais — como a laranja com o canudo, ícone associado ao produto.

Consequências:
- Dificuldade de identificação nas prateleiras
- Queda de vendas de 20% em poucas semanas
- Reversão da mudança e retorno ao design anterior
Lição: elementos reconhecíveis não devem ser descartados sem estudos de percepção. A familiaridade visual é um ativo estratégico e impacta diretamente na decisão de compra.
Esses casos ilustram o quanto o rebranding exige mais do que uma boa ideia. Exige visão estratégica, pesquisa, comunicação clara, testes e, principalmente, respeito ao histórico e à audiência da marca.
Impactos do rebranding na performance digital
Mudar uma marca é mais do que trocar logotipo e slogan. Em um mundo conectado, onde marcas vivem em mecanismos de busca, redes sociais, plataformas de inteligência artificial e sistemas de rastreamento, qualquer alteração impacta diretamente sua presença digital e visibilidade orgânica.
Seja uma mudança de nome, domínio, redes sociais ou posicionamento institucional, o rebranding exige muito mais do que um manual de identidade visual. Ele precisa ser planejado com antecedência e executado de forma coordenada, especialmente no ambiente digital — onde a reputação e o tráfego são construídos com base em histórico, autoridade e consistência.
O que muda digitalmente quando se muda uma marca?
Quando uma empresa decide mudar seu nome, seu site, sua URL e sua identidade de comunicação, diversos elementos digitais são afetados ao mesmo tempo. Veja alguns exemplos do que costuma ser impactado:
- Indexação em buscadores (Google, Bing, IA generativa): se o domínio muda, os links antigos perdem relevância se não forem redirecionados corretamente. Se o nome muda, os mecanismos de busca precisam “reaprender” a associar aquele novo nome à autoridade anterior — e isso leva tempo.
- Presença em redes sociais: a alteração de @nomes, handles e visuais pode confundir seguidores, comprometer marcações antigas e gerar rupturas de engajamento.
- Menções e backlinks: sites que mencionavam a marca antiga passam a apontar para uma identidade que já não existe. Sem uma estratégia de PR digital e imprensa estruturada, perde-se valor de marca e autoridade SEO.
- Busca por marca (brand search): a mudança de nome pode causar uma queda temporária ou prolongada nas buscas diretas pelo nome da empresa — prejudicando o tráfego qualificado e a descoberta orgânica.
- Arquitetura de dados e SEO técnico: tudo que envolve redirecionamentos, sitemap, schema.org, titles, descrições, meta tags e históricos de páginas deve ser reavaliado tecnicamente.
- Relacionamento com plataformas de IA e buscadores de nova geração: a marca precisa reaparecer corretamente em resumos gerados por IA (como Google AI Overviews, ChatGPT, Gemini, Perplexity). Isso depende da atualização de fontes confiáveis e dados estruturados sobre a empresa.
SEO: o primeiro campo de impacto
Se seu domínio mudar, seu nome comercial for alterado, ou se houver mudanças estruturais nas URLs, o SEO será diretamente afetado. E mesmo sem mudanças de URL, a simples troca de nome pode causar perda temporária ou permanente de visibilidade nos mecanismos de busca.
Riscos comuns no SEO durante o rebranding:
- Perda de tráfego por ausência de redirecionamentos 301 corretamente configurados
- Queda no volume de pesquisas por marca (brand search) devido à transição de nome
- Ruptura no histórico de páginas bem posicionadas
- Backlinks quebrados ou com âncoras inconsistentes
- Perda de Featured Snippets e resultados em Discover por inconsistência editorial
- Schema.org desatualizado, prejudicando a indexação semântica da nova marca
O que fazer para minimizar perdas e preservar sua autoridade digital?
A resposta é planejamento. O rebranding precisa ser acompanhado de um projeto digital estruturado, que antecipe os impactos e mitigue riscos. Isso inclui:
- Planejamento técnico com a equipe de SEO: mapear todos os URLs antigos, implementar redirecionamentos 301, revisar sitemap, schema, titles e estratégias de recuperação de tráfego.
- Planejamento de imprensa e PR digital: articular entrevistas, notas, publieditoriais e citações em veículos de autoridade explicando a mudança, para que o novo nome seja rapidamente indexado com credibilidade e referências confiáveis.
- Atualização coordenada em todos os canais: desde redes sociais e perfis corporativos até plataformas de terceiros, marketplaces, agregadores, ferramentas de CRM e materiais internos. Tudo precisa falar a mesma linguagem — e na mesma janela de tempo.
- Acompanhamento da transição: monitorar como o novo nome está sendo reconhecido nas buscas, nos resumos de IA, em redes sociais e em sistemas de web analytics. Ajustes pós-lançamento são inevitáveis.
Todo rebranding impacta o digital. Mesmo que a mudança pareça simples, os algoritmos de busca, as redes sociais, os backlinks e o comportamento do público levam tempo para entender e adotar uma nova identidade. A marca visual pode mudar de um dia para o outro. Mas a autoridade digital se reconstrói com tempo, estratégia e coerência.
Insights finais
O rebranding é uma ferramenta estratégica poderosa. Ele permite corrigir posicionamentos, evoluir marcas, romper com narrativas obsoletas e alinhar discurso, visual e proposta de valor a uma nova realidade de mercado. Mas também é uma operação extremamente delicada: não se faz com pressa, sem pesquisa ou sem envolvimento interno. Exige clareza, planejamento, consistência e execução técnica.
A Pink and Brain ajuda empresas e marcas a conduzirem esse processo com inteligência estratégica, suporte técnico e visão de futuro. Não basta mudar por mudar. É preciso reposicionar com propósito.
A Pink and Brain é formada por um time de especialistas sêniores com ampla experiência no universo digital. Atuamos estrategicamente em áreas como desenvolvimento de produto, branding, aquisição de clientes, engajamento, retenção, automação e marketing de conteúdo, combinando criatividade com performance. Nossa redação é responsável por produzir e validar conteúdos que traduzem conhecimento técnico em linguagem acessível, sempre alinhados às melhores práticas de SEO, UX writing e comunicação de marca.
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