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	<title>Conteúdos sobre Infra-estrutura Web | Pink and Brain</title>
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	<description>Ratos do Desenvolvimento Web, SEO e aquisição, propulsores de estratégias eficientes de marketing digital que geram vantagem competitiva.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Nov 2024 17:33:03 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Conteúdos sobre Infra-estrutura Web | Pink and Brain</title>
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		<title>Usar subdomínio exclusivo para versão mobile é uma boa?</title>
		<link>https://www.pinkandbrain.com/usar-subdominio-exclusivo-para-versao-mobile-e-uma-boa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[César Canteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 14:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento web]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura da informação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[SEO Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na metade da década passada, sites concebiam suas estruturas para dispositivos móveis em subdomínios m.</p>
<p>O post <a href="https://www.pinkandbrain.com/usar-subdominio-exclusivo-para-versao-mobile-e-uma-boa/">Usar subdomínio exclusivo para versão mobile é uma boa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.pinkandbrain.com">Pink and Brain</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Definitivamente <strong>não</strong>. Essa técnica, bastante utilizada há mais de uma década, foi um movimento talvez necessário na época, mas <strong>crítico do ponto de vista de SEO</strong>. Manter dois subdomínios, “www” e “m”, <strong>pode causar vários impactos negativos na aquisição orgânica</strong>.</p>



<p>Vou falar um pouco mais sobre as minhas percepções sobre o tema, contar um case recente que tivemos dentre vários que já passaram pelas nossas mãos, e explicar alguns detalhes super relevantes para levar em consideração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas afinal, de onde surgiu a ideia do uso de uma versão exclusiva para mobile, tipo o m.?</h2>



<p>O u<strong>so de subdomínios “m.” para versões mobile de sites surgiu no início dos anos 2000, quando a navegação na internet em dispositivos móveis começou a ganhar popularidade</strong>. Nessa época, a tecnologia web ainda não estava suficientemente avançada para suportar designs responsivos e fluidos que se adaptassem automaticamente a diferentes tamanhos de tela. Como resultado, os desenvolvedores precisaram encontrar uma solução rápida e eficaz para melhorar a experiência de navegação em dispositivos móveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Motivações para criar então um “m.”</h3>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Limitações tecnológicas</strong>: os dispositivos móveis da época tinham navegadores limitados que não podiam renderizar sites complexos de desktop de maneira eficiente.</li>



<li><strong>Experiência do usuário</strong>: para proporcionar uma experiência de usuário aceitável, as empresas optaram por criar versões simplificadas e otimizadas dos sites especificamente para dispositivos móveis.</li>



<li><strong>Desempenho</strong>: sites móveis eram geralmente mais leves, com menos recursos e imagens otimizadas para velocidades de conexão mais lentas, comuns naquela época.</li>



<li><strong>Compatibilidade</strong>: era uma forma de garantir que os conteúdos fossem acessíveis em uma ampla variedade de dispositivos com capacidades diferentes.</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Evolução e Problemas</h3>



<p>Embora essa abordagem tenha sido uma solução rápida e prática no início, com o tempo, <strong>surgiram vários problemas associados ao uso de versões para desktops e mobile</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Duplicação de conteúdo</strong>: manter duas versões do mesmo site gerou problemas significativos de duplicação de conteúdo, afetando negativamente as premissas para SEO.</li>



<li><strong>Canonização de páginas:</strong> mesmo o <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/google/" title="Google">Google</a> nunca deu suporte para qualquer tipo de informação nesse sentido e por um bom tempo, ajustes técnicos de SEO eram turvos. O que fazer com as canonical tags? sitemaps? robots? qual priorizar? Isso tudo levou certo tempo para um entendimento mais claro.</li>



<li><strong>Manutenção e custos</strong>: ss empresas precisavam manter e atualizar dois conjuntos separados de conteúdo e design, aumentando os custos e a complexidade. Já vimos vários produtos criados sem consistência entre ambas as versões, inclusive problemas de disponibilidade constantes, o que fere diretamente a marca de uma empresa.</li>



<li><strong>Consistência de experiência</strong>: garantir uma experiência de usuário consistente entre as versões desktop e mobile era desafiador, resultando em inconsistências e confusão para os usuários.</li>
</ol>



<p>Além dos problemas mencionados, o uso de subdomínios “m.” pode causar uma série de problemas do ponto de vista de SEO, <strong>reforçando que essa técnica não é mais bem-vinda se você depender do <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/trafego-organico/" title="tráfego orgânico">tráfego orgânico</a></strong> oriundo de mecanismos de pesquisa. </p>



<p><strong>Cito inclusive mais 50 problemas de SEO associados ao uso de subdomínios “m.”</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Diluição de Autoridade de Domínio</li>



<li>Confusão de URL</li>



<li>Problemas de Indexação</li>



<li>Dificuldade em Configurar Canonicals</li>



<li>Links Internos Inconsistentes</li>



<li>Problemas de Navegação</li>



<li>Perda de Link Juice</li>



<li>Conteúdo Duplicado</li>



<li>Desafios com Rel=Alternate</li>



<li>Configuração de Hreflang Complexa</li>



<li>Métricas Separadas para Analytics</li>



<li>Difícil Implementação de Rich Snippets</li>



<li>Desafios com Open Graph</li>



<li>Problemas com Twitter Cards</li>



<li>Custo Adicional de Manutenção</li>



<li>Difícil Sincronização de Conteúdo</li>



<li>Problemas de Cache</li>



<li>Necessidade de Redirecionamentos</li>



<li>Problemas com Breadcrumbs</li>



<li>Complexidade em Gestão de Sitemap</li>



<li>Aumento de Páginas Orfãs</li>



<li>Dificuldade de Implementação de AMP</li>



<li>Experiência do Usuário Inconsistente</li>



<li>Problemas com Páginas de Erro 404</li>



<li>Dificuldade em Gerenciar <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/robots-txt/" title="Robots.txt">Robots.txt</a></li>



<li>Aumento no Tempo de Carregamento</li>



<li>Problemas com CSS e JS</li>



<li>Redução na Velocidade de Carregamento</li>



<li>Problemas com Tags de Título</li>



<li>Problemas com Meta Descrições</li>



<li>Desafios com Header HTTP</li>



<li>Problemas com Conteúdo Dinâmico</li>



<li>Dificuldade de Integração com <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/content-delivery-networks-cdn/" title="CDNs">CDNs</a></li>



<li>Problemas com Migração de Site</li>



<li>Problemas de Segurança</li>



<li>Problemas com SSL/TLS</li>



<li>Dificuldade em Gerenciar Rel=Prev/Next</li>



<li>Problemas com Tagging e Tracking</li>



<li>Inconsistência de <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/dados-estruturados/" title="Dados Estruturados">Dados Estruturados</a></li>



<li>Difícil Integração com Ferramentas de SEO</li>



<li>Problemas com Análise de Backlinks</li>



<li>Dificuldade em Gerenciar Páginas de Categoria</li>



<li>Desafios com Páginas de Produto</li>



<li>Problemas com Conteúdo de <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/blog/" title="Blog">Blog</a></li>



<li>Problemas com Localização e Idioma</li>



<li>Dificuldade de Implementação de A/B Testing</li>



<li>Problemas com Geotargeting</li>



<li>Inconsistência com Páginas de Login</li>



<li>Problemas com Integração de APIs</li>



<li>Aumento de Recursos para Gestão de Sites</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Transição para o design responsivo</h2>



<p>Com o <strong>avanço das tecnologias web, especialmente com a introdução de CSS3, Flexbox e Grid, o design responsivo tornou-se a solução preferida</strong>. Este método permite que um único site se adapte automaticamente a diferentes tamanhos de tela e dispositivos, proporcionando uma experiência de usuário consistente e eficiente e o MELHOR: sem precisar alterar a URL para cada versão. Esse foi o maior projeto das empresas na corrida do dinal da década passada.</p>



<p>As técnicas de CSS, como GRID e Flexbox, permitem que os sites sejam desenvolvidos de forma a se ajustarem automaticamente a diferentes tamanhos de tela, requisitando recursos específicos para cada media query, proporcionando uma experiência de usuário consistente e otimizada em qualquer dispositivo. Inclusive, com o passar dos anos, essas tecnologias e inclusive o <strong>Javascript começaram a idealizar e realizar atividades mais refinadas, levando inclusive em consideração a performance propriamente dita de velocidade de renderização</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">AMP: uma iniciativa do Google</h3>



<p>A iniciativa do Google de <strong>Accelerated Mobile Pages (AMP)</strong> foi lançada com o objetivo de ajudar os desenvolvedores a criarem versões leves e rápidas de seus sites para dispositivos móveis. O AMP focava em melhorar a performance e a velocidade de carregamento, o que era crucial para a experiência do usuário em dispositivos móveis, especialmente em conexões mais lentas. Essa tecnologia foi muito utilizada por causa do SEO para Publishers, onde o consumo das pautas editoriais se tornou muiito leve, uma vez que o <strong>AMP criava uma versão bem “crúa” das páginas</strong> que demandavam, menos recursos de banda, e o 3G estava reinando.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mas, com a evolução voraz da WEB, o AMP caiu</h3>



<p>Apesar dos benefícios iniciais, a iniciativa<strong> AMP enfrentou diversas críticas e desafios</strong>. Muitos desenvolvedores acharam a implementação complexa e limitada em termos de funcionalidades. Além disso, com a evolução das técnicas de design responsivo e a melhoria das velocidades de conexão, a necessidade de uma versão separada e otimizada para dispositivos móveis tornou-se menos relevante.</p>



<p>Como resultado, o<strong> Google decidiu desativar o projeto AMP em 2022</strong>. A <strong>decisão foi baseada no feedback da comunidade de desenvolvedores e na percepção de que as modernas técnicas de design responsivo já eram capazes de proporcionar a performance necessária</strong> sem a necessidade de uma versão separada do site.</p>



<p>Inclusive por ANOS se você fosse um publisher e não tivesse uma versão AMP você nem aparecia em espaços de TOP Storeis e Google News. Bizarro não?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que adaptar suas aplicações para a responsividade?</h2>



<p>São vários os motivos pelo qual você deve adaptar suas aplicações para que tenham um efeito responsivo, consistente e performático, mas só vou destacar três grandes pilares de sustentação:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Eficiência de desenvolvimento:</strong> manter uma única versão do site simplifica o desenvolvimento e a manutenção, reduzindo custos e aumentando a eficiência.</li>



<li><strong>Melhor experiência do usuário:</strong> uma única versão responsiva garante uma experiência de usuário consistente em todos os dispositivos, melhorando a satisfação do usuário e a percepção da marca, gerando pouqíssimas inconsistências.</li>



<li><strong>Boost para SEO:</strong> ter uma única versão do site é muito mais eficiente sob o ponto de vista de SEO. Elimina problemas de duplicação de conteúdo, facilita a gestão de links internos, torna único o compartilhamento social, menos redirecionamentos, sitemaps, etc…</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Casos de Sucesso</h2>



<p>Muitas grandes empresas que inicialmente usavam subdomínios “m.” para suas versões móveis acabaram migrando para um design responsivo. Exemplos incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Facebook</strong></li>



<li><strong>YouTube</strong></li>



<li><strong>Twitter</strong></li>
</ul>



<p>Aqui no <strong>Brasil</strong> cito:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Globo.com</strong>: o portal de notícias Globo.com, um dos maiores do Brasil, utilizava a versão m.globo.com para acesso móvel antes de migrar para um design responsivo.</li>



<li><strong>UOL</strong>: o portal UOL, uma das maiores plataformas de conteúdo do país, também utilizava a versão m.uol.com.br para dispositivos móveis, antes de adotar um layout responsivo.</li>



<li><strong>Terra</strong>: um dos principais portais de notícias e entretenimento, tinha a versão m.terra.com.br para acesso móvel, mas posteriormente migrou para um design responsivo.</li>



<li><strong>Folha de S.Paulo</strong>: o jornal Folha de S.Paulo, um dos maiores jornais do Brasil, usava o <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/subdominio/" title="subdomínio">subdomínio</a> m.folha.uol.com.br para a versão móvel de seu site, antes de adotar a responsividade.</li>



<li><strong>G1</strong>: o portal de notícias G1, parte do Grupo Globo, também utilizava a versão m.g1.globo.com para dispositivos móveis, antes de migrar para um design responsivo.</li>



<li><strong>Americanas</strong>: uma das maiores redes de varejo do Brasil, utilizava o subdomínio m.americanas.com.br para a versão móvel do seu site antes de migrar para um design responsivo.</li>



<li><strong>Magazine Luiza</strong>: uma das principais redes de varejo do Brasil, utilizava m.magazineluiza.com.br para a versão móvel do seu site antes de migrar para um design responsivo.</li>



<li><strong>Casas Bahia</strong>: a Casas Bahia, uma das maiores redes de lojas de eletrodomésticos e móveis do Brasil, utilizava o subdomínio m.casasbahia.com.br para a versão móvel do site antes de adotar um design responsivo.</li>
</ul>



<p><strong>Tive o prazer de estar presente em vários projetos que utilizavam estruturas separadas</strong> para suas versões desktop e mobile. <strong>Vivenciei e gerenciei mudanças significativas nesse sentido</strong>. Acredito que, inclusive, tenha sido um membro chave da comunidade de SEO ao transformar a <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/serp/" title="SERP">SERP</a> brasileira para melhor.</p>



<p>Essas empresas citadas praticamente fizeram esses movimentos na década passada pois tempo é dinheiro na ewb como em qualquer plano, mas a<strong>té hoje vemos empresas utilizando essas tecnologias separadas e, muitas vezes, engessadas</strong>. Elas frequentemente <strong>necessitam de suporte para realizar a transição para uma aplicação única responsiva, temendo perder tudo o que conquistaram em termos de SEO</strong>.</p>



<p>Essa é uma <strong>dor comum no mercado: pesar qualquer movimento pelo ponto de vista de SEO</strong>.</p>



<p>Em um case recente, deste ano mesmo 2024, realizamos uma migração de site estratégica com a Panrotas, nosso cliente desde 2016. Imagine: esse tema já era ponto crucial desde 2017 na nossa consultoria e demorou anos para a virada, por limitações e dúvidas das regras de negócio.</p>



<p>O site é um portal renomado para profissionais do turismo e sua revista tem mais de 50 anos de história, empresa tradicional e com um legado expressivo.</p>



<p>Uma coisa posso afirmar: <strong>foi o melhor movimento da empresa dos últimos 10 anos</strong>. Veja o gráfico do nosso dashboard no Looker. Monitoramos a audiência antes e depois da mudança, e realizamos um planejamento detalhado de redirecionamentos, além de melhorias técnicas de SEO, ajustes na formatação HTML e otimização da estrutura de dados. O resultado? <strong>Aumentamos em 25% a audiência diária média do portal</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="950" height="381" loading="lazy" src="https://www.pinkandbrain.com/wp-content/uploads/2024/07/transicao-m-mobile-www.webp" alt="" class="wp-image-13068" title="Transição m. mobile para www"><figcaption class="wp-element-caption">Monitoramento da audiência diária do portal Panrotas antes e depois da migração m. para www.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="950" height="634" loading="lazy" src="https://www.pinkandbrain.com/wp-content/uploads/2024/07/panrotas-site-responsivo.webp" alt="" class="wp-image-13070" title="Panrotas site responsivo"><figcaption class="wp-element-caption">Site da <a href="https://www.panrotas.com.br">Panrotas</a> em diferentes devices sob a mesma estrutura www.</figcaption></figure>



<p>Se você está passando por um desafio como este e quiser <strong>ajuda de ratos do desenvolvimento web e SEO, conte com a Pink and Brain</strong>.</p>



<p>Somos <strong>ratos quando o assunto é migração de sites, m. para www</strong>.</p>



<p>Essas migrações ajudaram a melhorar significativamente a performance de aquisição orgânica da empresa, impactando diretamente as campanhas de PPC, custos operacionais, infra, desenvolvimento, marketing e vários outros aspectos. A experiência do usuário e a credibilidade do produto também foram aprimoradas de forma radical, ajudando claramente áreas de venda de mídia a ganharem mais embasamento em suas propostas comerciais.</p>



<p>Sobre o case acima da Panrotas, coloco abaixo um bloco de citação com palavras do <strong><a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/cto-chief-technology-officer/" title="CTO">CTO</a> e co-founder da empresa Ricardo Tsugawa</strong>, chamado carinhosamente pela nossa equipe de Ninja Tsugawa por ser um excelente desenvolvedor e arquiteto da informação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Como CTO da empresa, a <strong>decisão de migrar de um subdomínio móvel para um design responsivo unificado foi uma jogada estratégica que se provou extremamente vantajosa já dias após a virada</strong>. Demoramos bastante para concretizar esse projeto pois criamos todas as nossas tecnologias doi absoluito zero, me para migrar 15 anos de publicação diária de cponte´pudos, é mais complexo do que se imagina. A <strong>mudança não só simplificou nossa estrutura de site, mas também aprimorou significativamente a experiência do usuário e a performance geral</strong>. </p>



<p>A <strong>Pink and Brain foi fundamental para o sucesso dessa transição</strong>. Eles nos forneceram uma gestão estratégica precisa, definição clara de prioridades e um estudo detalhado das tecnologias utilizadas, preparando todo o escopo para virada. A expertise da equipe garantiu uma migração excepcional. O gráfico acima mostra exatamente como se comprotou a audiência: <strong>aumento de 25% na média e muito mais destaques em rich snippets (posições nobres do Google)</strong>. A parceria foi crucial para transformar nossa estratégia digital e alcançar resultados excepcionais. Até o termo “Madonna” fomos top 3 durante seu show no Brasil este ano, e olha que publishers como G1 e UOL dominam esse tipo de pesquisa.</p>
<cite>CTO e co-founder da empresa Ricardo Tsugawa</cite></blockquote>



<p>Ah, e claro, a <strong>concorrência sentiu o baqu</strong>e. Imagine só: esse tráfego extra diário veio do mesmo volume médio de usuários que estavam em busca dos temas que a empresa se posiciona. E, como tivemos uma melhoria holística, as outras empresas não tiveram como escapar do impacto. Quem diria, não é?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para finalizar, não poderia deixar de citar o Google Core Web Vitals e nsua importância para SEO</h2>



<p>O <strong>Google Core Web Vitals foi introduzido em maio de 2020 e marcou uma ampliação significativa dos fatores de classificação do Google, integrando métricas de experiência do usuário diretamente ao algoritmo de busc</strong>a. A partir de junho de 2021, os Core Web Vitals <strong>passaram a ser um fator oficial de classificação</strong>, refletindo a crescente importância da experiência do usuário na determinação dos rankings de busca.<br><br>As métricas de performance auditáveis pela iniciativa do Google Core Web Vitals surgiram como uma <strong>resposta direta à crescente</strong> demanda por uma experiência de usuário mais eficiente e satisfatória na web. Com o aumento do <strong>uso de dispositivos móveis</strong> e a necessidade de páginas que carreguem rapidamente e sejam fáceis de interagir, o Google introduziu essas métricas para medir aspectos cruciais da performance das páginas. </p>



<p>Dentre as métricas de análise, destaco três aspectos principais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong><a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/largest-contentful-paint-lcp/" title="Largest Contentful Paint (LCP)">Largest Contentful Paint (LCP)</a></strong>: mede o tempo que leva para o maior elemento visível na tela (geralmente uma imagem, vídeo, iframe ou bloco de texto quando a fonte carrega de forma tardia) ser completamente carregado e exibido. Um bom <a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/largest-contentful-paint-lcp/" title="LCP">LCP</a> deve ocorrer em menos de 2 segundos após o início do carregamento da página.</li>



<li><strong>First Input Delay (FID)</strong>: avalia o tempo que leva para a página se tornar interativa após a primeira interação do usuário, como um clique ou toque. Um bom FID deve ser menor que 100 milissegundos.</li>



<li><strong><a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/cumulative-layout-shift-cls/" title="Cumulative Layout Shift (CLS)">Cumulative Layout Shift (CLS)</a></strong>: mede a estabilidade visual da página e quanto o layout muda inesperadamente durante o carregamento. Evite ao máximo mudanças de posiciuonamento de elementos mostradops em tela.</li>
</ol>



<p>A <strong>importância dos Core Web Vitals não pode ser subestimada</strong>, especialmente no contexto do mobile-first indexing, que prioriza a versão móvel dos sites para indexação e classificação. Páginas que oferecem uma experiência de usuário fluida e rápida têm mais chances de se destacar nos resultados de pesquisas (<a href="https://www.pinkandbrain.com/elementos/serp/" title="SERPs">SERPs</a>). Isso porque o Google busca oferecer aos seus usuários as melhores e mais rápidas experiências possíveis, e um bom desempenho nas métricas dos Core Web Vitals é um reflexo direto disso. Sites lentos ou instáveis podem não apenas prejudicar a experiência do usuário, mas também afetar negativamente seu posicionamento nas SERPs.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="935" height="1299" loading="lazy" src="https://www.pinkandbrain.com/wp-content/uploads/2024/07/web-vitals-site-pink-and-brain.webp" alt="" class="wp-image-13076" title="Web Vitals Site Pink and Brain"><figcaption class="wp-element-caption">Análise de perfomance do nosso site pelo Lighthouse do Google. Dá para melhorar em LCP.. essa nossa imagem da primeira dobra infelizmente tem muito detalhe e noera um pouco a mais.. mas conseguimos ajustar</figcaption></figure>



<p>A migração de uma versão exclusiva mobile para uma responsiva geral, precisa de atenção, pois você agora estará utilizando a mesma formatação HTML para chamar recursos de ambos os devices. Será necessário ajustar o todo para ter uma perforomance de renderização TOP antes mesmo de pensar em aquisição orgânica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Se precisar dos ratos, marque um café digital</h2>



<p>Venha tomar um ☕☕ <strong>café </strong>e descobrir <a href="/">como podemos te ajudar com <strong>nossa expertise em SEO técnico</strong></a>. Somos especialistas em SEO para portais de notícias, e-commerces, comparadores, blogs, comércios locais e mais.</p>
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